Dentro do seu corpo, uma guerra está sendo travada entre as células que constroem músculos e aquelas que criam gordura. Como ter certeza de que os músculos irão vencer a batalha? Seguindo estas cinco estratégias, você vai perder peso e ficar esbelta — sem o estômago roncar!

Comerei o que der em árvores
>> Ou em arbustos, espigas e parreiras. Sua meta é encher o corpo com tantos detonadores de gordura quanto for possível. As melhores fontes são frutas e vegetais — e oleaginosas, é claro. Um estudo da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, nos EUA, descobriu que uma típica pessoa com peso normal ingere cerca de duas porções de frutas por dia, enquanto aquela com sobrepeso consome apenas uma por dia. Outro estudo revelou que comer frutas no início das refeições reduz em 15% a ingestão geral de calorias. Comer o que vem da natureza também dará a você mais ácidos graxos ômega 3, que ajudam a combater a gordura abdominal. Algumas grandes fontes de ômega 3 são nozes e sementes de linhaça.

Aposte nas cinco porções diárias
Podem ser frutas, legumes e verduras, distribuídos nas refeições e lanches, sugere Maria Galdini, nutricionista da consultoria RG Nutri, em São Paulo. “Lembre-se de que uma porção de frutas equivale a uma maçã, duas ameixas, meio mamão papaia, uma fatia grossa de abacaxi ou uma fatia de mamão formosa”, diz ela. Já a porção de vegetais é contada diferente. “Equivale a 3 colheres (sopa) de legumes (abobrinhas, vagem ou cenoura, por exemplo) ou a um prato pequeno de verduras (folhas verdes, tomate e cebola, por exemplo).

Truque para afinar

Coma primeiro os alimentos ricos em fibras. Você consumirá menos calorias e as fibras ajudarão a diminuir as oscilações de glicose que desencadeiam a fome.

Comerei proteínas em todas as refeições e lanches
>> O crescimento muscular é disparado por alimentos ricos em proteínas. Cada vez que você ingere de 10 a 15 g do nutriente, estimula uma explosão de síntese proteica que ajuda na construção da musculatura. Quando a ingestão é de 30 g, esse trabalho dura cerca de 3 horas. “Muita gente costuma comer um pão com manteiga e 1 xícara de café pela manhã, esquecendo de incluir proteínas na primeira refeição do dia”, diz Maria Galdini. Saiba que 25% das calorias que você irá ingerir ao longo do dia devem estar no café da manhã, o qual deve conter 30% de proteínas. “Na prática, é mais ou menos o equivalente a ingerir um iogurte com queijo branco ou 1 copo de leite e um pão com requeijão ou ainda um pão com queijo e duas fatias de presunto.” Em um estudo, pessoas que começaram o dia fazendo uma refeição com ovos perderam 65% mais peso do que aquelas que ingeriram pãezinhos.

Proteína na medida certa
Tente ingerir 0,8 g de proteína para cada quilo do seu peso. “Assim, se você tem 70 kg, deverá consumir 56 g do nutriente por dia, espalhadas pelas refeições e lanches”, aconselha Maria Galdini. Não precisa contar os miligramas — para ter certeza de que vai ingerir a quantidade ideal, a nutricionista recomenda distribuir, sem neuras, o nutriente ao longo do dia. “É importante sempre lembrar de comer queijo e leite, ou um iogurte e uma fatia de peito de peru, no café da manhã. No almoço, pode se servir de uma fatia de frango, de carne vermelha ou de peixe. E, na hora do lanche, recorra a um iogurte ou a um sanduíche com presunto ou peito de peru.”

Truque para afinar
Coma mais derivados de leite (iogurtes e queijos). Estudos mostraram que pessoas que consumiram três porções por dia são 60% menos propensas a ter sobrepeso em relação àquelas que ingeriram um número menor de porções.

Comerei antes e depois dos exercícios
>> Se você adora comer, aqui vai uma boa notícia: provavelmente terá de comer mais. Fazer um lanche com proteína e carboidratos pouco antes da atividade física e outro logo depois acelera o crescimento e a recuperação dos músculos. Além disso, abastecer o estômago pode limitar os efeitos do cortisol, o hormônio do stress responsável por mandar o corpo armazenar gordura. Em consequência, você queima mais gordura enquanto está se exercitando e nas 24 horas seguintes.

Dupla infalível
Faça um lanche com 30 g de carboidratos e um pouco de proteína antes de malhar (duas fatias de pão com requeijão, por exemplo). Isso dará energia para o corpo. “Se a meta é perder peso, não se pode exagerar nos carboidratos antes, senão a atividade servirá apenas para queimar o que se comeu”, explica Maria.

Truque para afinar

Tomar smoothie ou iogurte depois da malhação é uma maneira rápida e fácil de ganhar um reforço de proteínas.

Serei uma expert em salada
>> Saladas fornecem nutrientes extremamente importantes que ajudam a perder peso. Um exemplo perfeito é o folato, vitamina do complexo B encontrada em vegetais verdes folhosos. Um estudo revelou que pessoas em dieta que ingeriram mais folato perderam 8,5 vezes mais peso que aquelas que consumiram menos quantidade da vitamina.

Embarque na onda verde
Além de comer salada, adicione espinafre a quiches e omeletes. Faça refogados. Recheie sanduíches com alface, rúcula ou agrião.

Truque para afinar

Use cártamo (também chamado de açafrão-bastardo) como tempero. Ele contém ácido linoleico, que pode prevenir o armazenamento de gordura.

Nunca tomarei o pior café da manhã do mundo
>> Não estamos falando de pizza dormida — é não tomar café da manhã nenhum. Quando acorda, seu corpo está sem combustível. E ficar sem comer vai desacelerar o metabolismo e deixar seus músculos famintos. Você acabará consumindo a maior parte das calorias no fim do dia. E pular regularmente o café da manhã aumenta em 450% o risco de obesidade

Abasteça bem pela manhã
Coma de 25% das suas calorias diárias de manhã. Combine proteínas com grãos integrais, frutas, vegetais e gorduras saudáveis. Se você não tem tempo nem apetite para uma grande refeição, faça duas menores — sirva-se de 1 copo de leite acompanhado de pão e queijo ou de uma tigela de cereais e leve uma fruta ou iogurte para o trabalho.

Truque para afinar

Seu interesse em comer pela manhã é absolutamente zero? Pelo menos, tome 1 copo de leite desnatado — isso dará a você cerca de 6 g de proteína mais cálcio, mineral que ajuda a queimar gordura.

Queime, baby, queime!
Seu corpo já é uma máquina de queimar gordura. Tudo o que você precisa fazer é esquentar a fornalha para tostar ainda mais massa gorda.

Não fique faminta: restringir a comida mata o metabolismo.

Ligue o motor cedo: pessoas que dormem menos e que estão sob mais stress podem ter mais gordura. visceral (abdominal), o que interfere no metabolismo. Opte por orgânicos

Sempre que possível: pesticidas podem entravar o processo de combustão.

Levante-se: interromper longos períodos de inatividade acelera a queima de gordura.

Mantenha-se fresca: beber 6 xícaras de água fria por dia aumenta em 50 calorias diárias o gasto energético enquanto você está em repouso. (Isso faz sentido!)

Fique temperada:
a capsaicina, componente encontrado na pimenta, acende seu metabolismo.

Beba café ou chá: a cafeína pode impulsionar seu metabolismo.

Combata a gordura com fibras: elas aumentam a queima de gordura em 30%. Tente ingerir 25 g de fibras por dia.

Coma alimentos ricos em ferro: a função dele é essencialmente levar oxigênio para que seus músculos possam queimar gordura.

Fonte: Revista Womens Health

Mudança de comportamento aliada à disciplina: cientistas de um centro de saúde em Portland (Oregon, EUA) atestam que esse é o segredo para emagrecer. Quanto maior a quantidade de atitudes físicas e psicológicas, simultâneas, maior a chance de perder peso de Atitude faz mais diferença para emagrecer do que usar remédiosmaneira notável. As ações comportamentais, como explicam os médicos, ganham destaque nessa proposta.

Em um estudo feito com 58 clínicas de Portland, pessoas obesas que passaram por tratamentos comportamentais perderam em média de 3,2 quilos entre 12 e 18 meses. Em tratamentos intensivos, o resultado foi ainda superior. Entre 12 e 29 sessões, os pacientes perderam entre 4 kg e 6,8 kg.

Essa terapia intensa recebeu dos médicos o nome de “Tratamento compreensivo”. Trata-se de um pacote de medidas para reduzir o peso. Sessões de exercícios, dietas com calendário e pequenas atitudes saudáveis, tudo aplicado ao mesmo tempo. A medicação, nesse caso, vira um fator secundário.

Estes conceitos têm sido usados para o que os médicos chamam de rastreamento da obesidade. A medicina considera como rastreamento (screening, no termo em inglês), a grosso modo, um diagnóstico rápido feito a partir de testes práticos.

No contexto do tratamento comportamental, uma série de indicadores poderiam dizer, rapidamente, o quanto cada paciente é propenso a virar obeso. Mas os pesquisadores de Portland afirmam que se deve tomar cuidado para não tirar conclusões apressadas. Afinal, como eles explicam, diagnosticar que uma pessoa está precisando emagrecer, quando na verdade ela não precisa, pode ser mais nocivo do que se imagina.

Fonte: Diário de Pernambuco

A mudança de hábitos alimentares é um fator determinante para que uma reeducação alimentar tenha sucesso.  Esta mudança prioriza o consumo de frutas, legumes, alimentos mais nutritivos e escolha saudáveis, assim como a redução no consumo de açúcares e gorduras. O esforço costuma apresentar resultados benéficos na maioria dos casos, mas quando o ponteiro da balança se estabiliza, muitas pessoas se questionam sobre o que estão fazendo de errado.  Mas a resposta para isso pode ser encontrada quando avaliamos detalhadamente a ingestão alimentar de cada indivíduo.

Certamente você já ouviu dizer que quem está de dieta tem que comer muitas frutas, mas quantas? Ou então para comer legumes a vontade! Você já pensou que a resposta para o fracasso da dieta pode estar nesta maneira de lidar com os alimentos?

Muitas pessoas confundem o termo alimentação saudável com a expressão comer a vontade! Isso passa a ser um grande problema nas dietas, já que as pessoas acham que por determinado alimento ser saudável (rico em nutrientes como vitaminas, minerais, fibras, etc) e adequado a dieta ele pode ser consumido a vontade, esquecendo que muitos deles são calóricos e contêm níveis de  gorduras que podem atrapalhar a dieta, portanto podem ser consumidos, mas dentro de um planejamento alimentar.

Conheça alguns alimentos que parecem inofensivos mas que exigem cautela na hora do consumo:

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Lesley Phillips pesava 146 kg e teve vergonha de fazer rafting em um rio. Ela percebeu que o sobrepeso atrapalhava sua vida e resolveu emagrecer.

Uma britânica que pesava 146 kg conseguiu perder mais da metade de seu peso depois de passar por uma situação que deixou claro para ela que o sobrepeso estava impedindo-a de ser feliz.

Lesley Phillips, de 45 anos, mora na cidade inglesa de Surrey com o namorado e o filho, e tomou a decisão de emagrecer durante um feriado em família à margem de um rio. Ela ficou envergonhada de acompanhar o filho em um passeio de rafting, em um bote descendo o rio.

Percebendo que o peso estava atrapalhando sua vida, ela começou a frequentar um grupo de aconselhamento dietético chamado Lighter Life. Em um período de nove meses, ela perdeu pouco mais de 76 kg, e os problemas de saúde que ela enfrentava foram aos poucos se dissipando.

O namorado a pediu em casamento e ela comprou o vestido de noiva que pretende usar na cerimônia, cujo número é muito menor do que ela usava nove meses antes.

Fonte: G1

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Meu sonho!!!!!!
Beijos… Isa

Para que o procedimento funcione a longo prazo é necessário ter acompanhamento de nutricionista, preparador físico e psicóloga

Com a proibição de inibidores de apetite derivados de anfetaminas pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e o controle maior sobre a sibutramina, outras alternativas para emagrecer devem ganhar destaque de agora em diante. Uma delas, em potencial, é o balão intragástrico que acaba de ser lançado pela empresa Allergan, o primeiro aprovado não só para obesos, mas também para quem está com sobrepeso (IMC – Índice de Massa Corporal a partir de 27).

Mas médicos e o próprio fabricante avisam: o procedimento sozinho não opera milagres. “O balão é um facilitador. Para que o tratamento dê certo a longo prazo é necessário ter acompanhamento de nutricionista, preparador físico e psicóloga”, indica o médico José Affonso Sallet, membro da Sociedade Americana de Cirurgia e Endoscopia (Sages).

Sallet adverte que o tratamento multidisciplinar completo pode ter custo superior, mas afirma que os resultados são duradouros. A estimativa, segundo o médico, é de que o custo chegue a até R$ 10 mil. “Não indico o procedimento sem o tratamento completo para ninguém, pois o acompanhamento dos outros profissionais fazem a diferença no resultado final”, adverte ele.

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Veja como funcionam os principais remédios para emagrecer e conheça quais foram reprovados, os que estão na berlinda e se existem opções naturais

Em meio à polêmica que envolve a proibição ou liberação de alguns remédios para emagrecer, não param de surgir dúvidas sobre o real funcionamento das substâncias proibidas ou que estão na berlinda.

Por enquanto, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) mantém a proibição das drogas dietilpropiona, femproporex e mazindol. Já com relação à sibutramina, que segundo uma pesquisa europeia eleva o risco de infartos e derrames, o impasse continua sem data de encerramento.

Diante dessa situação, resta ao consumidor conhecer melhor como funciona os medicamentos que foram vetados e os que estão à caminho da proibição pelas agências reguladoras. E, claro, a responsabilidade de sempre consultar um especialista antes de consumir qualquer tipo remédio.

Reprovados e na berlinda

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Já pensando no “projeto verão” muita gente começa a investir na corrida para queimar as indesejáveis calorias que vão se acumulando na barriguinha. E eles estão certos, já que esta é uma das melhores atividades físicas para emagrecer com saúde. Como o esporte aumenta o metabolismo, fazendo a queima de calorias acontecer mais rapidamente, quem deseja emagrecer de última hora tem muito a ganhar quando parte para a corrida.

Mas essa característica de queimar um volume razoavelmente grande de calorias em um curto espaço de tempo, não tem a ver somente com a intensidade do treino, mas também com a duração e, é claro, com os demais hábitos durante todo o dia.  Ao contrário do que alguns pensam, nem sempre a corrida leve, numa prática prolongada por mais de 30 minutos, é ideal para perder peso. O que especialistas recomendam para emagrecer de verdade – sem aquele perigoso efeito sanfona – são a continuidade da atividade (aí entra a necessidade da disciplina do praticante), e a exigência crescente de esforço (o que depende de acompanhamento e metas). O aumento do metabolismo, provocado pela atividade física, faz com que o organismo continue acelerado por mais alguma horas, depois do exercício. Ou seja, não é só durante a atividade física que há queima de gordura. Não comer demais logo depois, portanto, se torna fundamental.

Com aumento do gasto calórico obtido na corrida e uma dieta balanceada, seu corpo reage queimando as reservas de gordura. Por isso, as atividades mais longas ou mais intensas têm gasto de energia e calorias maior e agradam mais quem busca resultados não muito demorados.

A gordura abdominal, entretanto, exige uma tática específica para ser “mandada embora”. Contra ela, o mais eficaz é um programa de corrida ou caminha com variação de intensidade no mesmo treino. Isso, claro, sem exageros que levem a lesões. Os picos de treino obrigam o corpo a queimar energia até das fontes mais difíceis, o que provoca o consumo das gorduras mais escondidas, inclusive a visceral.

Mas quem ficou muito tempo parado não pode sair correr como um profissional. O exagero pode gerar contusões graves, deixar o praticante de molho e colocar toda a sequência a perder. Busque orientação, compre um tênis legal e comece a se mexer!

Fonte: Pernambuco.com

Aumento de obesidade pressiona governos de países emergentesGovernos de países emergentes estão sendo impelidos a adotar medidas para combater o avanço da obesidade, que atingiu níveis alarmantes em economias em rápido crescimento nas últimas três décadas.

Dados inéditos da Organização Mundial de Saúde (OMS) obtidos com exclusividade pela BBC Brasil confirmam que, assim como o rápido crescimento do PIB (Produto Interno Bruno), o sobrepeso e a obesidade dispararam em países como China, Índia, África do Sul, Brasil e México.

Conhecidos no passado por dificuldade em alimentar suas populações, estes países hoje se debatem com problemas de natureza oposta – em um fenômeno que especialistas chamam de “dupla carga”.

“A forma com que calculamos o desenvolvimento econômico é simplesmente uma medida do quanto consumimos – então o quanto mais você consume, mais rico você é… e é claro que isso é ruim para ganho de peso”, disse à BBC Brasil SV Subramanian, professor de Saúde da População e Geografia da Universidade de Harvard. Continuar lendo o texto »

Brasileiros de menor renda comem menos frutas e verduras do que a população de maior renda, enquanto esta consome mais cerveja, pizza, refrigerantes e salgadinhos do que os segmentos mais pobres, segundo aponta levantamento divulgado nesta quinta-feira pelo IBGE.

Mais pobres comem poucas verduras; ricos bebem mais cerveja, diz IBGEOs dados são da pesquisa de Consumo Alimentar Pessoal no Brasil, realizada pela primeira vez pelo IBGE, para estimar o que a população come e bebe no cotidiano.

Os resultados, parte da Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009, indicaram como a diferença de renda influi sobre a dieta de ricos e pobres.

Entre os 25% de brasileiros com menor renda per capita (R$ 241), produtos naturais como arroz, feijão, farinha de mandioca e preparações à base de milho são mais ingeridos que entre os mais ricos, mas frutas e verduras têm participação menor.

Nesta faixa, por exemplo, apenas 8,9% dos brasileiros tiveram salada crua no cardápio nos dias da pesquisa, número que pulou para 23,7% na faixa de maior renda.

Renda

O consumo de frutas e verduras aumenta conforme a renda, assim como o de produtos como leite desnatado e queijo. No caso do último, o consumo é mais do que cinco vezes maior entre os 25% mais ricos. Continuar lendo o texto »

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